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DINHEIRO DA ELEIÇÃO Edição de 18/10/2026 · dados oficiais do TSE, do IBGE e do Banco Central

Mais de oito de cada dez reais desta campanha são dinheiro público

Quem pagou, quem recebeu e onde o dinheiro se concentra, pela visão de um perito judicial contábil · @edvandroadolfo | @gruponomos

82% dinheiro público
cada quadrado é 1% do total
Autoria: EDVANDRO ADOLFO PEREIRA Publicado em: 18/10/2026 às 15:42 Extração do TSE: 2026-10-18 15:36:55 Última prestação na base: 2026-10-18 Baixe os dados: https://edvandroadolfopereira-bot.github.io/dinheiro-eleicoes-2026/

Nesta edição

    Especial: os eleitos no 1º turno, o que gastaram e o que declararam ter

    Em palavras simples: cruzamos a lista oficial de quem ganhou no primeiro turno com a prestação de contas da campanha e com a declaração de bens. A pergunta é quem pagou a campanha de quem venceu, quanto saiu do bolso do próprio eleito, e quanto o patrimônio declarado de quem já tinha mandato cresceu desde 2022.

    Eleito é quem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou como eleito na divulgação oficial do resultado. Gasto é a despesa contratada declarada na prestação de contas. Dinheiro público é a soma do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) com o Fundo Partidário. Do próprio bolso é a receita que a lei chama de recursos próprios. Patrimônio é a declaração de bens entregue no registro da candidatura.

    O mapa dos eleitos

    Escolha o cargo e a série. Quanto mais escura a cor, maior o valor. O estado hachurado não tem eleito com resultado divulgado naquele recorte, e a legenda diz o motivo: 2º turno ou totalização pendente no TSE.

    Estado por estado

    Cargo por cargo, com vices e suplentes

    Vice e suplente aparecem em itálico. Eles declaram bens ao TSE, mas não têm conta de campanha própria: quem presta contas é o titular da chapa, e por isso o gasto ao lado deles é o da chapa, que não se soma de novo.

    Quem disputa o 2º turno: Presidência e governos

    O ranking dos eleitos

    Escolha a ordem, filtre por cargo ou unidade, ou busque pelo nome. A lista traz todos os eleitos do primeiro turno com resultado divulgado.

    Mais rico gasta mais?

    Correlação de postos (Spearman), de -1 a 1. Perto de zero, as duas medidas quase não andam juntas.

    Eleito e não eleito, no mesmo cargo

    Medianas, só nas unidades em que a totalização terminou.

    De 2022 para 2026: o patrimônio declarado de quem concorreu nas duas eleições

    1. O tamanho da conta

    Em palavras simples: quanto dinheiro entrou nas campanhas, quanto já foi gasto, e de onde ele veio. A barra colorida mostra quanto é dinheiro público, que sai dos impostos de todos nós.

    Receita declarada é o dinheiro que entrou na campanha. Despesa contratada é o que foi combinado com fornecedores, e pago é o que já saiu da conta. Patrimônio é o que o candidato declarou possuir ao registrar a candidatura, e não tem relação com a campanha.

    De onde veio cada real da campanha

    Dinheiro público é a soma do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) com o Fundo Partidário. Os dois saem do Orçamento da União.

    2. O mapa do dinheiro

    Em palavras simples: escolha abaixo o que você quer ver, e o Brasil se pinta sozinho. Quanto mais escura a cor, mais dinheiro. Toque num estado para abrir o raio-x dele.

    O Brasil pintado pela série escolhida: quanto mais escuro o estado, maior o valor. Passe o cursor, ou toque, para ver o número daquele estado. Abaixo do mapa vem a mesma série em barras, com as 27 unidades e a linha dos presidenciáveis, que correm em circunscrição nacional.

    3. Quanto isso pesa por habitante, por eleitor, e diante da renda de quem vota

    Valor absoluto impressiona e engana. O que mede de verdade é o valor dividido pela população de cada estado, e comparado com a renda mensal de quem mora lá. A população estimada e a renda vêm do IBGE. Ao lado dela entra o denominador que decide a eleição, que é o eleitor apto, do perfil do eleitorado do TSE: habitante não vota, e a proporção entre os dois muda de estado para estado.

    Dinheiro público de campanha por habitante

    Soma do FEFC e do Fundo Partidário recebidos pelos candidatos daquele estado, dividida pela população estimada.

    Quanto isso representa da renda mensal de um morador

    Dinheiro público por habitante dividido pela renda domiciliar média mensal per capita do estado, do Censo de 2022. Quanto maior a barra, mais pesado o gasto diante da renda local.

    Renda do estado e dinheiro público de campanha, lado a lado

    Cada ponto é um estado. Na horizontal, a renda média mensal por pessoa. Na vertical, o dinheiro público de campanha por habitante. O canto superior esquerdo reúne os estados mais pobres com mais verba pública por pessoa.

    4. Quem decide a eleição: eleitores contra habitantes, unidade por unidade

    Habitante não vota. Quem decide a eleição é o eleitor apto, e a proporção entre os dois muda de estado para estado, porque a população jovem pesa diferente em cada lugar. Este capítulo põe as duas medidas lado a lado e ordena as unidades pelo número de eleitores que vão às urnas.

    Ranking por número de eleitores aptos

    Quanto maior a barra, mais votos aquela unidade decide.

    Quanto da população é eleitora

    Eleitorado apto dividido pela população estimada. Onde a proporção é menor, cada eleitor representa mais gente que não vota.

    Como o eleitorado se reparte

    Perfil declarado no cadastro eleitoral, do arquivo publicado pelo TSE.

    Duas fontes, duas datas, e elas se declaram. O eleitorado vem do perfil do eleitorado do TSE, com a data de geração que o próprio arquivo informa. A população vem da estimativa do IBGE para 2026, agregado 6579, que é estimativa e não censo. Dividir uma pela outra é comparação entre fontes distintas, e por isso a razão aparece como proporção, nunca como contagem de pessoas.

    5. Concentração de riqueza e de poder

    Em palavras simples: o dinheiro de campanha não se divide por igual. Poucos candidatos recebem muito, e a maioria recebe pouco ou nada. A curva abaixo mostra o tamanho dessa diferença.

    Duas perguntas diferentes. A primeira é quão desigual é a divisão do dinheiro entre os candidatos. A segunda é quantas pessoas disputam cada cadeira que existe para ocupar.

    Curva de Lorenz do dinheiro de campanha

    A linha reta seria a igualdade perfeita, com todo candidato recebendo o mesmo. Quanto mais a curva afunda, mais concentrado está o dinheiro. O índice de Gini resume essa distância.

    Desigualdade por cargo

    Gini calculado apenas entre os candidatos daquele cargo que já declararam receita.

    6. Os 100 maiores patrimônios declarados

    Ordenado pelo patrimônio que o próprio candidato declarou ao TSE. Clique no título da coluna para reordenar.

    Leia com cuidado. O valor é o declarado, e não um valor apurado. A marca bem atípico assinala quem declarou um único bem acima de R$ 50 milhões, caso em que erro de digitação é frequente. A marca 2 candidaturas mostra a mesma pessoa registrada duas vezes, por exemplo como presidente e como vice, com os bens declarados nas duas.

    O candidato mais rico de cada unidade da federação

    A lista dos cem maiores do país deixa estado inteiro de fora. Esta traz o maior patrimônio declarado de cada unidade, mais a circunscrição nacional, com a posição que ele ocupa no país.

    Patrimônio declarado por unidade da federação

    Duas contagens diferentes, e elas não se confundem: candidaturas é o universo daquele estado, e no topo 100 é quantas dele entram na lista dos cem maiores do país.

    Patrimônio declarado por sigla partidária

    Mesma leitura, agora por partido. A mediana ao lado da soma mostra se a sigla tem muita gente de patrimônio alto ou poucos muito ricos puxando o total.

    7. O ranking da riqueza eleitoral: estados e empresas

    Quem movimenta mais dinheiro nestas eleições, somando as origens declaradas: recurso do próprio candidato, fundo eleitoral, Fundo Partidário, doação de pessoa física, financiamento coletivo e repasse de partido e de outros candidatos. Do outro lado do balcão, as empresas que mais receberam.

    Estados e Distrito Federal, do mais rico ao menos rico

    Ordenado pela receita declarada. As colunas seguintes abrem essa receita por origem, e a soma delas fecha com o total do arquivo original do TSE, ao centavo.

    As 100 empresas que mais receberam

    Somente pessoa jurídica, pelo mesmo critério de valor recebido. Empresa com sócio no exterior aparece marcada.

    O que este ranking é, e o que não é. Ele mede dinheiro declarado de campanha, e não riqueza do estado nem faturamento da empresa. Estado com mais candidatos e mais eleitores recebe mais por construção, e por isso a seção do peso por habitante e por eleitor existe ao lado desta. O valor da empresa é o contratado pelas campanhas, que nem sempre já foi pago.

    8. Os 100 maiores fornecedores

    Em palavras simples: quem recebeu o dinheiro que as campanhas gastaram: gráficas, agências, fretes, pessoas contratadas. Use a busca para achar uma empresa ou um nome.

    Quem recebeu dinheiro de campanha, o que faz, onde fica, e para quais partidos e candidatos trabalhou. Abra a linha para ver os contratantes.

    9. Quantas pessoas e empresas receberam esse dinheiro

    A palavra certa é recebeu, e não enriqueceu: o dado mostra pagamento, não patrimônio. Quem faturou também teve custo, e isso a fonte não publica. Ainda assim, a distribuição mostra que a eleição irriga muita gente com pouco e pouca gente com muito.

    Faixas de valor contratado, por fornecedor

    10. Quem bancou

    Em palavras simples: quem colocou dinheiro do próprio bolso nas campanhas, fora o dinheiro público.

    No topo da lista estão os diretórios partidários, porque é por eles que passa o dinheiro público. Empresa não pode doar para campanha desde 2015, então a doação privada aqui é de pessoa física.

    11. Por partido

    Quanto cada sigla movimenta, em reais e em fatia do bolo nacional. A última coluna mostra quanto da receita daquele partido é dinheiro público.

    12. Perfil de financiamento: quem vive de quê

    Cada candidatura é classificada pela fonte do dinheiro dela. Partidário reúne FEFC, Fundo Partidário e outros recursos do partido. Pessoa reúne doação de pessoa física e financiamento coletivo. Misto é quem bebe em mais de uma dessas fontes. Sem receita é quem ainda não declarou nada.

    13. Quem não usa dinheiro público, e de onde vem a verba dessas campanhas

    Um corte precisa vir antes do número, senão ele engana: candidato sem receita declarada não é candidato autofinanciado, é candidato que ainda não declarou nada. Vice e suplente entram nessa conta por construção, porque a conta de campanha é do titular da chapa.

    De onde vem o dinheiro de quem recusa o fundo público

    14. O dinheiro público, e em que ele foi gasto

    Em palavras simples: o dinheiro que sai do Orçamento da União para as campanhas, pelo Fundo Eleitoral e pelo Fundo Partidário, e em que ele foi gasto.

    Valores já pagos, sem a transferência entre partido e candidato, que contaria o mesmo real duas vezes.

    15. Renda de candidato: onde procuramos, e o que a lei permite publicar

    Esta seção existe porque a pergunta é legítima e a resposta precisa ser medida, e não suposta. Patrimônio o candidato declara, e está aqui. Renda, não. Antes de escrever que o dado não existe, abrimos todos os arquivos da fonte eleitoral e batemos no endereço de cada órgão público que poderia tê-lo. O que segue é o resultado dessa busca, com o código de resposta de cada um.

    A busca na fonte eleitoral

    Todos os arquivos nacionais publicados pelo TSE para este pleito, abertos um a um, com cada campo do cabeçalho examinado contra os termos renda, rendimento, salário, remuneração, vencimento, provento, imposto e faturamento.

    O que existe no lugar da renda

    Nenhuma destas três substitui a renda, e por isso elas aparecem nomeadas, nunca apresentadas como se fossem.

    Os órgãos públicos consultados, um a um

    Cada linha é uma consulta feita ao endereço oficial, com o código de resposta registrado na hora. Órgão que exige credencial aparece como tal, e isso não é o mesmo que órgão que não publica.

    Por que a lei não permite publicar a renda individual

    16. O que o mercado espera para a economia: o Relatório Focus

    Em palavras simples: toda segunda-feira o Banco Central publica o que bancos, corretoras e consultorias esperam para a inflação, o crescimento, o dólar e os juros. Não é previsão do Banco Central: é a aposta do mercado. Os gráficos mostram como essa aposta muda de semana em semana, e o quanto ela mudou dentro de cada ano, desde o início da série.

    Como a expectativa mudou, semana a semana

    O começo e o fim de cada ano, desde o início da série

    Para cada ano, a bolinha é o que o mercado esperava na primeira coleta de janeiro, e a ponta da seta é o que esperava na última coleta do mesmo ano. As duas são expectativa, e nenhuma é o número oficial que saiu depois. Seta longa quer dizer que o ano surpreendeu.

    O ranking Top 5

    O Banco Central também classifica as instituições que mais acertam as projeções. As cinco melhores formam o Top 5, e a mediana só delas aparece como estatística separada no próprio relatório. O ranking com o nome das instituições é publicado em PDF pelo Banco Central.

    Fonte: Banco Central do Brasil, Relatório Focus e Sistema de Expectativas de Mercado, estatística com as projeções dos últimos 30 dias. Veja o relatório oficial no site do Banco Central. Última coleta nesta página: .

    17. Parecer técnico

    O que os números acima permitem afirmar, o que eles não permitem, e o que a lei diz sobre cada peça desse dinheiro. Escrito por perito judicial contábil, com cada dispositivo citado pelo texto oficial na data indicada.

    Quer esse recorte para o seu estado, a sua comarca ou o seu processo?

    Este painel é público e gratuito. O que não cabe aqui é o detalhe do caso concreto: a memória de cálculo de uma prestação de contas, o cruzamento de um fornecedor específico com os contratantes dele, a conferência de um laudo de terceiro, ou o recorte completo de um estado com todos os candidatos, doadores e fornecedores. Isso é trabalho pericial, e é o que eu faço.

    Contato: contato@gruponomos.com · @edvandroadolfo | @gruponomos. Atendimento técnico, sem vínculo com candidatura, partido ou campanha.

    18. Cartões prontos para postar

    Cada cartão já traz fonte, autoria e data. Tire um print de cada um e publique.

    19. Baixe os dados completos

    Em palavras simples: tudo o que está nesta página, linha por linha, para você abrir no Excel, no LibreOffice ou no Google Planilhas e fazer a sua própria conta. É dado público, e você pode conferir cada número.

    ZIP · 88,3 MB de dados, compactado

    Pacote completo

    Todos os candidatos, todos os fornecedores e todos os doadores, mais a planilha do ranking com uma aba por cargo.

    candidatos_2026.csv: 21.073 linhas
    fornecedores_2026.csv: 565.316 linhas
    doadores_2026.csv: 80.995 linhas

    Baixar
    XLSX · 71 KB de dados

    Tabelas prontas para trabalho

    As tabelas desta página no padrão do IBGE, prontas para citar em trabalho, relatório ou TCC.

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    CSV · 4 KB de dados

    Dinheiro público por partido

    Quanto cada partido recebeu do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário.

    fundos_publicos_2026.csv: 40 linhas

    Baixar

    O CPF de pessoa física sai mascarado em todos os arquivos, e o CNPJ de empresa sai inteiro. O dado completo continua disponível na fonte oficial, o Portal de Dados Abertos do TSE. Os arquivos CSV usam ponto e vírgula como separador, que é o padrão brasileiro do Excel.

    20. Seus dados e a Lei Geral de Proteção de Dados

    Em palavras simples: este site não sabe quem você é. Não tem cadastro, não tem cookie e não guarda o seu endereço de internet. Ele só conta quantas visitas recebe, em números totais. Os dados das candidaturas são públicos por lei, e mesmo assim o CPF de pessoa física aparece mascarado.

    O que este site guarda sobre você

    Nenhum dado que identifique você. A página não usa cookie, não tem cadastro e não tem formulário. As escolhas de acessibilidade, como tamanho de letra e contraste, ficam gravadas apenas no seu próprio navegador e nunca saem dele. Para apagá-las, use o botão Voltar ao padrão.

    O contador de visitas

    Para saber quantas pessoas leem o site, de que país e, no Brasil, de que estado, usamos o GoatCounter. Pela política de privacidade publicada por ele, o serviço guarda apenas totais agregados, como número de visitas por página, navegador, sistema, idioma, largura de tela, país e, no Brasil, estado; não grava o endereço IP nem o identificador completo do navegador; não guarda nada no seu aparelho, por cookie ou por outro meio; e não compartilha informação com terceiros. Para não contar duas vezes a mesma visita, ele mantém o endereço IP apenas na memória, por até oito horas, sem gravá-lo. Os servidores ficam na Finlândia e na Alemanha.

    Quem recebe o seu endereço de internet

    Como acontece com qualquer página da internet, quatro serviços técnicos recebem o endereço IP do seu aparelho quando a página carrega: o GitHub, que hospeda o site; o Google Fonts, que entrega as letras; o VLibras, do governo federal, que traduz para Libras; e o GoatCounter, que conta as visitas da forma descrita acima. Este site não recebe esses registros.

    Os dados das candidaturas

    Nomes, valores, doadores e fornecedores vêm dos dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral. A Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018, diz no art. 7º, § 3º, que o tratamento de dado de acesso público deve considerar a finalidade, a boa-fé e o interesse público que justificaram a sua disponibilização. A finalidade aqui é essa: permitir que qualquer pessoa acompanhe o dinheiro das eleições. Por isso o CPF de pessoa física sai mascarado em todos os arquivos, e só o CNPJ de empresa aparece inteiro.

    Os seus direitos

    Pelo art. 18 da mesma lei, quem aparece nestes dados pode pedir a confirmação e o acesso ao que é tratado, a correção do que estiver incompleto, inexato ou desatualizado, e a anonimização, o bloqueio ou a eliminação do que for desnecessário ou excessivo. O pedido se faz pelo e-mail contato@gruponomos.com. Se o erro estiver na origem, a correção é feita no próprio TSE, e esta página reflete a mudança na extração seguinte.

    BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Arts. 7º, § 3º, e 18. Disponível em: planalto.gov.br. Acesso em: 21/09/2026.

    GOATCOUNTER. Privacy policy, 8 jun. 2025; e Sessions and visitors. Disponível em: https://www.goatcounter.com/help/privacy e https://www.goatcounter.com/help/sessions. Acesso em: 22/09/2026.

    21. De onde vem, e o que estes números não dizem

    Fontes: Brasil. Tribunal Superior Eleitoral. Dados abertos eleitorais, Eleições Gerais de 2026: consulta de candidatos, bens de candidatos, vagas, prestação de contas de candidatos e de órgãos partidários, em dadosabertos.tse.jus.br; consulta individual em DivulgaCandContas. perfil do eleitorado, arquivo ATUAL, para o eleitorado apto por unidade da federação. IBGE, população residente estimada (agregado 6579) e Censo de 2022, rendimento domiciliar per capita e índice de Gini da renda (agregados 10295 e 10301). Tesouro Nacional, Siconfi, Relatório Resumido da Execução Orçamentária, Anexo 02, para a despesa pública liquidada por função. Cadastro de CNPJ da Receita Federal para localização e quadro societário dos fornecedores. A data de coleta de cada uma está na lista de referências abaixo.

    Referências

    Referencial completo, para quem quiser refazer a apuração ou citar este trabalho.

    Conferências desta extração

    O que foi medido nesta rodada, em número. É o registro que permite a qualquer pessoa refazer a conta.

    ConferênciaValor

    EDVANDRO ADOLFO PEREIRA, perito judicial contábil. Painel do dinheiro das Eleições 2026. Publicado em 18/10/2026 às 15:42. Dados do TSE, extração de 2026-10-18 15:36:55, e do IBGE. Contato: contato@gruponomos.com · @edvandroadolfo | @gruponomos.

    Este painel apresenta dado público oficial sem alteração de valor. Onde a fonte traz valor improvável, o painel assinala e mantém o valor da fonte, porque corrigir declaração alheia não é função de quem apenas a organiza. Não há aqui propaganda eleitoral, pedido de voto, nem vínculo com candidatura ou partido.